"Trago-te na mente como se fosses verdade.
E existes porque te sei, mais nada.
Saber-te chega-me porque te conheço melhor.
E não te vejo, propriamente, mas agarro-te como um fantasma que não deixou o corpo por não ter para onde ir.
(...)
E amar é o meu verbo.
A imagem basta-me mesmo que não chegue.
O teu rosto sobra-me ainda que não o conheça.
Tu és a visão daquilo que vai ser para sempre num dia sem tempo nem espaço.
(...)
E a vida não me chega, mas tu sim.
E sei que não faz sentido,mas o resto dos meus dias vão ser em tua honra porque a verdadeira alegria é aquela que não se alcança, que não se conhece, que não se possui, que não se entende e que por isso tudo é nossa, muito nossa, mesmo muito nossa...porque mais ninguém a vai compreender."
/José Negreiros.
4 comentários:
Lindo, lindo, lindo
Bonito poema...
Posso dizer algo?
(obrigado)
Incrível como paira sobre o teu blog uma certa trizteza...
Bela...mas triste...
Serei eu?
Vamos lá corrigir no local apropriado: Será de mim?
:o desculpa mesmo.
Eu decidi publicar porque tinha mesmo a ver como o que estava a sentir no momento, mas esqueci-me completamente de meter o teu nome --, mas já coloquei, desculpa mais uma vez (:
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